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Governo do Estado de São Paulo
Jornada do Patrimonio

14-20/ago

atividades e atrações artísticas

19-20/ago

visitas monitoradas

o que é patrimônio para você?
e para sua cidade?

Para além dos aspectos financeiros ou pessoais, patrimônio cultural é o conjunto de valores, tradições e memórias que queremos deixar para as futuras gerações. Eles podem ser históricos, arquitetônicos, artísticos, paisagísticos, ambientais ou mesmo saberes e modos de fazer da comunidade.

A Jornada do Patrimônio é dedicada exatamente ao conhecimento e à reflexão sobre o que é este patrimônio e sua importância na vida das cidades e das pessoas.

De 14 a 20 de agosto, 15 cidades do Estado de São Paulo participarão da Jornada do Patrimônio com atividades variadas e no final de semana - 19 e 20 de agosto - visitas monitoradas em patrimônios culturais especialmente selecionados.

conheça, envolva-se, participe!

#jornadadopatrimoniopaulista [+ saiba mais]

confira a programação

cidades participantes

AMPARO

De 16/08 a 20/08 das 10h às 16h (quarta à sábado)
das 09h às 15h (domingo)

Visitação no Museu Bernardino de Campos

Endereço: R. Luís Leite, 7 - Centro, Amparo - SP, 13900-230
Telefone: (19) 3817-3002
E-mail: cultura@amparo.sp.gov.br

Instalado no Casarão do Carmo – construção em taipa de pilão e taipa de mão, do século XIX – o mais antigo museu da cidade abriga um variado acervo de objetos e mobiliário, proporcionando ao visitante um panorama dos costumes e do cotidiano da cidade.

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Ao lado de uma liteira e de armários do século XIX, podemos ver balanças de precisão e máquinas de escrever, bem como utensílios de cozinha, feitos em ferro, muito utilizados até meados do século XX. Aqui estão duas raras preciosidades: a bandeira da Câmara Municipal, do século XVIII, e a bandeira imperial, deixada por D. Pedro I, em sua passagem por Mogi, logo após a proclamação da Independência do Brasil. O museu tem ainda a Sala Isaac Grinberg, uma homenagem ao grande jornalista e pesquisador da história de Mogi das Cruzes. Visitar o Museu Histórico e Pedagógico Visconde de Mauá é ter contato com a rica história da Cidade.

AMPARO

18/08 | 14h

Visitação na Estação Ferroviária da Companhia Mogiana (Praça Pádua Sales)

Endereço: Av. Bernardino de Campos, S/N - Centro, Amparo - SP, 13900-390

Engenheiros responsáveis pelo restauro do prédio da Estação Mogiana, mediarão visita ao mesmo. Esta Estação, foi inaugurada em 1875, e era parte do Ramal que ligava Jaguariúna à Socorro. O Ramal foi extinto em 02 de janeiro de 1967, com a última partida do trem misto que veio de Monte Alegre do Sul às 16:00 hrs.

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A inauguração da Estação foi feita pelo Presidente da Província Dr. Sebastião José Pereira que chegou em Amparo às 15:00 hrs do dia 15 de novembro de 1875, acompanhado da Diretoria da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro.

Naquela ocasião, a Estação foi benta pelo vigário Antônio José Pereira e discursaram, entre outros, os doutores Bernardino de Campos e Francisco Glicério. O prédio que servia de moradia ao chefe da Estação, abriga a Pinacoteca Municipal “Dr Constâncio Cintra” e ao Exército como Junta de Alistamento Militar.

AMPARO

19/08 | 15h

Oficina de taipa de mão na Praça Pádua Sales

Endereço: Av. Bernardino de Campos, S/N - Centro, Amparo - SP, 13900-390
Capacidade: 20 pessoas
Inscrições:
Favor entrar em contato com Francione ou Raimundo, tel: (19) 3817-9232 ou por email: cultura@amparo.sp.gov.br.

Centro de lazer onde se encontram vários marcos da cidade como o Monumento aos Expedicionários, o Índio e o Obelisco do Centenário da Independência do Brasil.

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Nela encontramos o prédio da antiga Estação e Cia. Mogiana. A antiga Casa do Chefe da Estação onde está alocada a Pinacoteca ( a qual encontra-se fechada para restauro) e a Rádio Cultura.

AMPARO

19/08 | das 09h às 11h

Caminhada com visitação NO CENTRO HISTÓRICO

Endereço: Av. Bernardino de Campos, S/N - Centro, Amparo - SP, 13900-390
Inscrições:
Favor entrar em contato com Francione ou Raimundo, tel: (19) 3817-9232 ou por email: cultura@amparo.sp.gov.br.

Roteiro pelo centro histórico com início na Praça Pádua Sales e visita guiada nos locais abaixo.

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- Praça Pádua Salles – Largo da Estação
- Estação Ferroviária da Companhia Mogiana
- Igreja Nossa Senhora do Amparo
- Igreja Nossa Senhora do Rosário
- Museu Bernardino de Campos
- Antiga Casa de Câmara, Cadeia e Salão do Juri
- Igreja São Benedito
- Parque Alonso Ferreira de Camargo ( Jardim Público)


AMPARO

20/08 | 08:30h

Pedalada

Saída: Largo da Matriz às 8h30 (Praça Monsenhor João Batista Lisboa – 175 – centro)
Chegada: Capela Nossa Senhora Aparecida (Aparecidinha) a partir das 11h00 (CPT Pereira s/n- Córrego Vermelho)

- Praça Pádua Salles – Largo da Estação
- Estação Ferroviária da Companhia Mogiana
- Igreja Nossa Senhora do Amparo
- Igreja Nossa Senhora do Rosário
- Museu Bernardino de Campos
- Antiga Casa de Câmara, Cadeia e Salão do Juri
- Igreja São Benedito
- Parque Alonso Ferreira de Camargo ( Jardim Público)


CANANÉIA

19 e 20/08 | às 09h e às 14hs

Visitas a bens tombados

Capacidade: 2 turmas de 20 pessoas

O roteiro de cada visita será:
• Praça Martim Afonso de Souza;

• Igreja São João Batista;
• Casa Paroquial;
• Câmara Municipal;
• Museu Municipal.

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Igreja de São João Batista – Localizada na Rua Juvenal da Silva s/nº anexada a Praça Martim Afonso de Souza, no Cento Histórico.

A Igreja de São João Baptista, situada na praça central, foi construída em 1577 para servir de fortaleza contra invasores. A parede é espessa e constituída de calcário retirado de conchas e de óleo extraído da gordura de baleias que eram caçadas ao redor da Ilha do Bom Abrigo. Pequenas frestas na parede lateral da igreja e de frente ao estuário (as seteiras) permitiam a passagem de flechas de dentro para fora, para atingir os intrusos sem que os mesmos atingissem quem se encontrava no interior da igreja. A história relata muitos conflitos com os piratas holandeses e ingleses em procura de riquezas e de vantagens nestas novas terras. As seteiras ainda hoje se destacam na atual Matriz e nos falam desses conflitos armados quando a igreja abrigava o povo da vila nas horas de guerra e perigo.

Câmara Municipal – O Prédio da Câmara Municipal fica localizado na Rua Pero Lobo, 41, Centro Histórico. O prédio lembra o estilo colonial português, e no passado (século XVIII), foi usado como presídio da cidade. Funcionavam no mesmo prédio o fórum, a delegacia e a cadeia. As salas ocupadas pelos vereadores são as antigas celas.
Uma curiosidade recente foi o incêndio que aconteceu no mês de novembro de 2010, queimando vários documentos históricos que estavam no prédio.

Casa Paroquial – Fica localizada na Rua Tristão Lobo, 231, Centro Histórico.
A escritura da casa data de 1934, foi adquirida pela Mitra Diocesana e utilizada para funcionar como Casa dos Padres. Durante uma reforma descobriu-se alguns detalhes (figuras geométricas que possuem uma certa identificação a símbolos Maçônicos). Atualmente, na parte da frente da casa funciona a secretaria e residência do Padre (Alessandro, o atual) e aos fundos o Salão Paroquial.

Museu Municipal - Vitor Sadowski – Localizado na Rua Tristão Lobo, 78, Centro Histórico de Cananeia. O Prédio está tombado pelo CONDEPHAAT desde 11 de dezembro de 1969.
Seu Prédio datado do século XVIII. Construída originalmente com pedra, cal e óleo de Baleia. Esteve em Ruínas até a LBN adquirir o imóvel em 1949 e iniciar uma Restauração em meados dos anos 90.
No prédio já abrigou o Asilo, o antigo Centro de Exposições até ser reformado e inaugurado como Museu Victor Sadowski em novembro de 2012. Além do Museu a Banda Municipal utiliza o local para aulas e oficinas.

Praça Martim Afonso de Souza – Fica localizada no Centro Histórico ao final da Avenida Beira Mar.
Obelisco e canhões, foram deixados pelos ingleses aproximadamente 20 canhões no pontal da Trincheira. Os canhões foram rolando para o fundo do mar, na proporção que ia desmoronando o barranco de blocos de piçarra, comido ou tragado pelo mar, e somente quatro dos canhões foram trazidos com muito custo da Trincheira para a cidade no ano de 1990.
Dois canhões foram levados para a Praça Martim Afonso de Souza e estão expostos em base de cimento ao lado do Obelisco desde Agosto de 1931, quando Cananéia comemorava com festividades a passagem dos seus quatro centenários de fundação.
O terceiro canhão foi levado para o alto do Morro São João e explodiu quando tentavam fazê-lo funcionar. O último canhão foi levado para a cidade de Iguape

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

ROTEIRO Centro Histórico

visita guiada nos dias 19 e 20 de agosto com início às 9:00h na Escola Dr. Almeida Vergueiro, seguindo para Museu e Biblioteca Municipal Dr. Abelardo Vergueiro César, Praça da Independência, Praça Rio Branco (Palácio do Café), Câmara Municipal e encerrando no Theatro Avenida.

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Apresentação de teatro - ELES NÃO USAM BLACK-TIE
No sábado, dia 19/ago, após o roteiro, às 11h30, apresentação da peça teatral ELES NÃO USAM BLACK-TIE, de Gianfrancesco Guarnieri, encenada pelo grupo teatral Pinhalense "VIVA ARTE”.

ELES NÃO USAM BLACK-TIE situa-se numa favela, nos anos 50, e tem como tema a greve, e ao lado da greve a peça tem como plano de fundo um debate sobre as grandes verdades eternas, reflexões universais sobre a frágil condição humana, sobre os homens e seus conflitos. É a história de um choque entre pai e filho com posições ideológicas e morais completamente opostas e divergentes, o que, por sinal, dá a tônica dramática ao texto. Assim, se por um lado mostra um olhar profundo dentro da sociedade brasileira, por outro, esse olhar vem embalado por um valor poético materializado na visão romântica do mundo de seus personagens.

Ficha técnica
Autor – Gianfrancesco Guarnieri
Direção – Eduardo Martins (Du Martins)
Cenografia - Rafael Fabris (Rafinha Fabriss)
Iluminação – Paolla Tamaso (Paolla Tamaso)
Sonoplastia – Rafaela Pinheiro (Rafaela Pinheiro)
Figurinos – Igor Siton (Igor Siton)
Visagismo – Paolla Tamaso
Designer gráfico – Leonardo Batista (Leonardo Batista)
Fotografia – Diego Henrique (Diego Henrique)

Elenco
Ângela Tiburcio (Angela Tiburcio)
Arthur Casagrande (Arthur Casagrande Silva)
Beto Rodrigues (Beto Rodrigues)
Danilo Mazarin (Danilo Mazarin)
Eduardo Martins (Du Martins)
Giovanna Aparecida (Giovanna Aparecida da Silva)
Helena D’ambrósio (Helena D'Ambrosio)
Igor Siton (Igor Siton)
João Vitor Corezolla (João Vitor Corezolla)
Maristela Pessegueiro (Maristela Pessegueiro)
Natanael Lourenço (Natanael Lourenco)



ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

ESCOLA ESTADUAL DR. ALMEIDA VERGUEIRO

Endereço: Praça da Bandeira 162- Centro

Esta edificação datada de 1897, tem um caráter marcante por ser uma obra suntuosa para uma cidade do porte de Espírito Santo do Pinhal a época. É a expressão materializada do seu idealizador Dr. Almeida Vergueiro, que defendia e priorizava uma educação básica de primeira grandeza. Foi a primeira escola pública de Espírito Santo do Pinhal, sendo chamada de primeiro grupo, e a terceira escola pública do Estado de São Paulo.

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O projeto é do arquiteto francês Vitor Dubugras.

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

MUSEU E BIBLIOTECA MUNICIPAL DR. ABELARDO VERGUEIRO CÉSAR

Endereço: Praça da Independência nº 275 -Centro

Localizado na Praça da Independência , erguido em 1887 para ser a residência do senhor José Antonion de Souza Brito, filho de Romualdo de Souza Brito fundador da cidade de Espírito Santo do Pinhal.

A inauguração do Museu e Biblioteca se deu no dia 12 de junho de 1943 com uma sessão histórica com a presença de várias figuras ilustres como o Governador do Estado de São Paulo Dr. Fernando Costa.

Por ocasião da inauguração o museu ocupava todo o pavimento superior, logo àentrada encontravam-se vitrines e álbuns, e dados biográficos dos dois Abelardos, pai e filho.

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Próximo a este salão estava a sala de D. Sebastião Leme, cardeal pinhalense idealizador do Cristo Rendedor do Rio de Janeiro, nesta sala também encontrava os objetos de uso pessoal de D. Leme e documentação a seu respeito.No pavimento térreo, localiza-se a biblioteca, como funciona até os dias de hoje.

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

PRAÇA DA INDEPENDÊNCIA

Espírito Santo do Pinhal, fundada na segunda metade do século XIX, originou-se da fazenda Pinhal, de propriedade de Romualdo de Souza Brito, e seu núcleo primitivo localiza-se onde atualmente se situa a Praça da Independência. Em 1849 deu início a construção da capela que em 1886 já tinha suas paredes laterais e dos fundos em taipa, telhado em duas águas.

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Em 1897 é feito a fachada frontal junto com a torre, que permanece até os dias de hoje, em 1898 foi recebido através de doação o relógio e o sino menor poli facetado e importando da Alemanha.

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

PRAÇA RIO BRANCO - PALÁCIO DO CAFÉ

Na praça Rio Branco fica situado o prédio denominado PALÁCIO DO CAFÉ. Construído em 1893 pelo Governador do estado de São Paulo, sendo 2 andares e destinava-se a ser Cadeia na parte superior e Paço da Câmara Municipal na parte inferior.

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Depois de 1924 se instalou a sede da Prefeitura do Município que ficou até o ano de 2008.

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

CÂMARA MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

O prédio ocupa o espaço de um quarteirão, com sua frente voltada para os fundos do Palácio do Café ( Praça Rio Branco ). Hoje atual Câmara Municipal.

 

ESPÍRITO SANTO DO PINHAL

19 e 20/08 | à partir das 9h

THEATRO AVENIDA

Prédio que teve sua fundação em 1927. Foi projetado para eventos, shows. Por quase duas décadas ficou fechado em 1982 a Prefeitura Municipal de Espírito Santo do Pinhal, comprou para que fosse restaurado.

Teve sua reinauguração em 12 de dezembro de 2009, onde acontecem eventos de teatro, música, dança e outros entretenimentos.

GUARATINGUETÁ

De 14/08 a 18/08 Nas escolas
Nos horários das aulas

Roda da Jornada – Diálogos com os alunos do Ensino Fundamental

Com a coordenação da Secretaria da Educação os professores apresentam a Jornada do Patrimônio 2017 aos alunos, através de suas aulas, onde realizaram atividades lúdicas e recreativas relacionadas ao patrimônio.

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GUARATINGUETÁ

14/08 | A definir

Palestra: O Patrimônio Histórico enquanto Documento Histórico

Palestrante: Prof° Me. Leandro Pereira dos Santos
Local: Estação Ferroviária de Guaratinguetá, Praça condessa de Frontin, centro, Guaratinguetá.
Capacidade: 20 vagas
Para inscrições favor entrar em contato com Leandro, pelo email: leandropereiracultura@gmail.com

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GUARATINGUETÁ

15/08 | A definir

Palestra: O Patrimônio Histórico enquanto tema de aula de História

Palestrante: Profº Esp Felipe Nogueira Monteiro, coordenador de História da Secretaria Municipal de Educação
Local: A definir
Capacidade: 20 vagas
Para inscrições favor entrar em contato com Leandro, pelo email: leandrocultura@gmail.com

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GUARATINGUETÁ

17/08 | A definir

A Estação Ferroviária de Guaratinguetá: A Memória Ferroviária a cidade

Palestrante: Profº Marco Giffoni
Local: Estação Ferroviária de Guaratinguetá, Praça condessa de Frontin, centro, Guaratinguetá
Capacidade: 20 vagas
Para inscrições favor entrar em contato com Leandro, pelo email: leandrocultura@gmail.com

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IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Porto do Ribeirão e Escadarias

Com o surgimento de novas indústrias de aguardente,rapaduras e beneficiamento de cereais através de monjolos nos arredores, intensificou-se o intercambio comercial com as povoações vizinhas. Continuava em franco desenvolvimento com o privilegio de ser o único meio de comunicação planalto-litoral , tornando-se através das trilhas anteriormente abertas pelos exploradores locais, já bem usadas e portanto conhecidas, uma importante via de acesso, único porto fluvial de onde se poderia partir em demanda, ao litoral. Permitindo o intercambio comercial das regiões vizinhas com o Planalto, através do transporte de tropas até Iporanga e daí por intermédio de frotas de embarcações (canoas) que desciam e subiam o Ribeira, transportando as mercadorias transacionadas.

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Fazendo o intercambio comercial entre cidades importantes como Itapeva (antiga Faxina), Itararé, Ibiúna, Itapetininga, Sorocaba e outras através de tropas de muares. O transporte até Iporanga e dessa para o litoral, através de canoas de médio calado, que se constituíam em grande atração com suas sirenes ao atingir a “testa do Custodio” (Cachoeira) para avisar a população de sua chegada, a qual acorria prontamente, sempre ávida por novidades.

IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Museu do Cleiton

IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Igreja Matriz ou Capela de Sant’Ana

Em 1.802, veio , ordenado se São Paulo , o Padre Bernardo de Moura Prado , para administração dos sacramentos , fixando residência no município .Com o declínio do ciclo do ouro, os habitantes remanescentes de Sant’Anna, devido às dificuldades e incômodo para o povo deslocar até a Capela do antigo arraial, na área do garimpo , a fim de assistirem as missas e sepultarem seus mortos, além do abandono em que se encontrava aquela Capela, o Padre Bernardo , juntamente com o Capitão José de Moura Rolim e outros, iniciaram,por volta de 1814 , um movimento para a construção de uma nova Capela , onde já se encontrava instalada a maioria dos moradores.

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O referido Padre conseguiu de Dona Escolástica Maria uma devota, a doação de um terreno para Santa Anna, para a construção da aludia Capela. Convocou-se o povo, sendo feito um mutirão para roçar e plantar arroz, tendo sido arrecadado com as vendas, o total de 100$000 (cem mil réis) para pagamento ao mestre de taipas, Francisco Alves. Em 1815, foi concedida a autorização do Bispo Dom Matheus de Abreu Pereira, quando então iniciaram as obras da Capela, sendo a mesma terminada em 1821.

A capela de Santa Anna, foi ornamentada com os bens da antiga Capela e, após terem sido efetuados os trâmites burocráticos da igreja, tanto por parte de Apiaí, a qual estava vinculada, quanto por parte do Bispado de São Paulo, foi benzida no dia 5 de Junho de 1822, pelo Vigário de Apiaí Generoso Alexandre Vieira, e Padres Bernardo de Moura Prado e Francisco José de Trindade.

O referido Padre conseguiu de Dona Escolástica Maria uma devota, a doação de um terreno para Santa Anna, para a construção da aludia Capela. Convocou-se o povo, sendo feito um mutirão para roçar e plantar arroz, tendo sido arrecadado com as vendas, o total de 100$000 (cem mil réis) para pagamento ao mestre de taipas, Francisco Alves. Em 1815, foi concedida a autorização do Bispo Dom Matheus de Abreu Pereira, quando então iniciaram as obras da Capela, sendo a mesma terminada em 1821.

IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Restaurante Casarão

Este casarão é construído com a técnica de pau a pique, e fez parte da história antiga do município. Serviu de armazém de comercio de propriedade do sr. Odorico Maciel e agora é um aconchegante restaurante de propriedade do senhor Sergio Pompeia.

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IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Casarão do Sr. Juquica

Um casarão que se divide em casa de comercio e residência. Suas paredes tem uma dimensão de cerca de 1 metro de largura e foram construídas com a técnica de taipa (barro socado) muito parecida com a técnica utilizada na construção da capela Igreja Matriz Católica.

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IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Chafariz

No campanário da matriz de Santana de Iporanga, concluído só em 1880, por Guilherme Looze, Pois a nave principal da igreja, já havia sido terminada em 1860, Este arquiteto alemão chamado Guilherme Looze, cujos descendentes ainda existem no Brasil, embora na Alemanha estejam extintos, ainda na primeira guerra. Diziam os antigos que Guilherme Looze, após ter colocado o último tijolo numa das doze colunas do alto da torre, ficou em pé sobre o mesma, para provar a confiança que tinha no seu trabalho.

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A matriz de Iporanga, tem só uma torre que foi construída do lado esquerdo, com quatro janelas destinadas á colocação dos sinos, das quais apenas três estão sendo utilizadas com os sinos assim distribuídos: na frente, o Sino Grande, feito de bronze e ouro (50 kg), ornamentado com a coroa do Império. Os sinos foram doados por D. Pedro II com dois quilos de ouro doado em contra partida pelo poderoso comerciante Senhor Joaquim da Mota, na data de 25 de maio de 1885, conforme se observa nos dados gravados na tábua de contra-peso colocada sobre o referido sino, com as inciais J.M.

O ''Sino Choco'', ao lado esquerdo e o ''Fino'', ou ''Pequeno'', na janela do fundo, fazendo frente ao sino grande. Tanto o sino ''choco'' como o ''Fino'' ou possuem a tabua de contra-peso, como o sino grande.

Quando tangidos conjuntamente a melodia produzida pelos sons destes três sinos é muito agradável! Além disso, somente os tocadores de sino de Iporanga executam ritmos diferentes entre si, que, os habitantes da cidade, somente ouvindo-os, já sabem que a função vai realizar, ou está se realizando na matriz. Exemplo: para as missas solenes, três sinais, dando a introdução o repique do sino grande, faz uma interrupção e, então, entram os três em harmonia. Quando já está suficiente o tempo do repique, param de tocar os dois choco e fino e fica só o grande terminando a música, conforme a iniciou. De quando em quando, os dois trazem uma interferência rápida, e param, e assim, seguem até terminar o repique. Faz um intervalo, também pequeno, e o grande da uma badalada só, todos já sabem que é o primeiro sinal da missa,então repete o mesmo repique (porque cada sinal compõe-se de dois repiques, um seguido ao outro). No segundo sinal, no intervalo, dá-se duas badaladas e no terceiro, três.

IPORANGA

19/08 e 20/08 9h às 9:30h
10h às 10:30h
11h às 11:30h

Casarão do Sr. Henrique Steininger

Este Casarão era utilizado como casa de comercio de alimentos, utensílios domésticos , bebidas e outras mercadorias, porém, com a chegada dos supermercados entrou em declínio até fechar suas portas

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IPORANGA

20/08 13h às 15h
14h às 16h

Ruínas do Garimpo de Santo Antônio

Assim, após muitos dias estafamante, penosa, mas extasiante incursão pelo sertão bruto, através do Ribeira e após terem deixado para traz a foz do desconhecido Rio Pilões, encontravam em meados de Junho, há muitos quilômetros rio acima, um novo afluente, onde aportaram para descansar e traçarem novos planos.

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Notaram pela formação do cascalho na confluência do Ribeira com aquele novo rio que, tinham boas perspectivas e assim resolveram subi-lo com suas embarcações. Foi assim que a 12 de Junho de 1576, véspera de Santo Antonio, a oito quilômetros da foz do Rio Iporanga, nome com que batizavam o mesmo, encontraram uma vasta várzea que decidiram ser o local ideal para nele fixarem o seu ponto de referencia à futuras incursões mais para o centro do sertão. Iniciaram ali, a construção de rústicas cabanas de madeira no barro para abrigo dos garimpeiros e de seus familiares. Circundando-as construíram imponentes muralhas de pedras para previnir-se contra ataques de bugres que infestavam a região e que se mostravam bastante belicosos. Nascia assim o “Garimpo de Santo Antonio”, nome que deram em homenagem ao santo do dia. Começaram os primeiros preparatórios para o inicio do garimpo, bem como, o cultivo de cana de açúcar e cereais para a subsistência dos moradores.

Iniciaram ali, a construção de rústicas cabanas de madeira no barro para abrigo dos garimpeiros e de seus familiares. Circundando-as construíram imponentes muralhas de pedras para previnir-se contra ataques de bugres que infestavam a região e que se mostravam bastante belicosos. Nascia assim o “Garimpo de Santo Antonio”, nome que deram em homenagem ao santo do dia. Começaram os primeiros preparatórios para o inicio do garimpo, bem como, o cultivo de cana de açúcar e cereais para a subsistência dos moradores.

A lavra situa-se na região montanhosa de Minas Gerais, nas proximidades das cidades de Mariana e Ouro Preto (antiga Vila Rica).

ITU

19/08 e 20/08 | 10h - 16h

ROTEIROS DE VISITAÇÃO

Local: Centro Histórico de Itu – retirada do Passaporte Cultural na Casa da Praça ou demais pontos participantes (Praça Padre Miguel Correia Pacheco / Praça da Matriz, nº 56, Centro – Itu/SP).

Roteiros pelo Centro Histórico de Itu, com indicação de locais que documentam a história e a cultura ituanas. O público poderá retirar o Passaporte Cultural em qualquer um dos pontos participantes, contendo o mapa dos dois circuitos temáticos propostos: 1) Igrejas e Monumentos; e 2) Museus e Espaços Culturais.

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O Passaporte Cultural será carimbado em cada ponto do roteiro e ao completar o percurso proposto, o visitante receberá um selo especial na Casa da Praça e um certificado de participação será encaminhado ao seu e-mail.

ROTEIRO 1 - IGREJAS E MONUMENTOS
- Cruzeiro Franciscano
- Igreja do Bom Jesus – Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus
- Igreja de São Benedito
- Capela de Santa Rita
- Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária
- Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo
- Igreja Nossa Senhora do Patrocínio
- Casa da Praça

ROTEIRO 2 - MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS
- Espaço Cultural Fábrica São Luís
- Museu da Música – Itu
- Museu da Energia Núcleo Itu
- Museu e Arquivo Histórico Municipal de Itu – MAMHI (Ituano Club)
- Museu de Arte e Música Sacras Padre Jesuíno do Monte Carmelo (Ituano Club)
- Mercado Municipal de Itu
- Museu Republicano “Convenção de Itu”
- Museu do Quartel – Regimento Deodoro
- Casa da Praça

ITU

17/08 | das 14h às 18h

Workshop: Conservação e Restauro do Patrimônio Artístico da Igreja Nossa Senhora da Candelária de Itu

Palestrante: Júlio Moraes
Local: Salão Paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora da Candelária de Itu, Rua Dr. José Elias, s/n, Centro, Itu/SP.
Capacidade: 40 vagas

Inscrição
Pelo telefone 11 4886 9746 ou 11 4886 9747

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ITU

19/08 | das 14h às 17h

Exibição do filme “Crônicas da Demolição”, de Eduardo Ado, e debate

Debatedores: Carlos Mourão (historiador da UPPH/CONDEPHAAT), Vera Lima (arquiteta da UPPH/CONDEPHAAT) e Émerson Castilho (Diretor de Patrimônio Histórico de Itu)
Local: Auditório do Centro de Capacitação de Professores, Avenida Itu 400 anos, nº 111, Bairro Novo Centro, Itu/SP

ITU

20/08 | das 10h às 16h

Programação especial do Museu da Música

10h15 - abertura da mostra “A Casa do Museu”
10h30 - Encontro Cultural "Acervo pessoal na construção da memória coletiva", com os Profs. Morgana Ribeiro e Luís Roberto de Francisco
Local: Rua Floriano Peixoto, 480 - Centro, Itu

ITU

20/08 | das 15:30h às 17h

Oficina: “Qual história conta nosso patrimônio?”

Coordenador: Marcelo Leite (historiador e membro do Conselho Municipal de Políticas Culturais)
Local: Casa da Praça - Praça Padre Miguel Correia Pacheco (Praça da Matriz), nº 56, Centro – Itu/SP.

JUNDIAÍ

17/08 | das 10h às 16h

Abertura Oficial da Jornada do Patrimônio

Endereço: Solar do Barão - Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro

10:00 – Abertura Oficial da Jornada do Patrimônio nos Jardins do Museu Histórico e Cultural de Jundiaí

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Visita Monitorada nos seguintes Patrimônios:
* MHCJ – Solar do Barão

* Pinacoteca Diógenes Duarte Paes
* Teatro Polytheama – Galeria de Artes Fernanda Milani
* Complexo Argos – Estúdios da Fundação Televisão Educativa de Jundiaí
* Complexo FEPASA – Museu Ferroviário

JUNDIAÍ

17/08 | 18:30h

Abertura Solene do 5º Simpósio de Patrimônio Material e Imaterial de Jundiaí

Endereço: Museu Histórico e Cultural de Jundiaí – Solar do Barão | Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro

Conferência: - “A importância da adoção de políticas públicas voltadas à preservação, recuperação e manutenção do patrimônio histórico no Brasil” – conferencista: Victor Hugo (Iphan – SP) e apresentação musical.

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JUNDIAÍ

18/08 | à partir das 08h

Atividades diversas da Jornada do Patrimônio (Sexta-feira)

Endereço: Solar do Barão - Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro

Das 10:00 às 16:00 – Visita Monitorada nos seguintes Patrimônios:
* MHCJ – Solar do Barão

* Pinacoteca Diógenes Duarte Paes
* Teatro Polytheama – Galeria de Artes Fernanda Milani
* Complexo Argos – Estúdios da Fundação Televisão Educativa de Jundiaí
* Complexo FEPASA – Museu Ferroviário

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Das 8 às 10 horas (Sala dos Relógios): Mesa redonda: Patrimônios Imateriais no Espaço Urbano
- Culturas indígenas na expansão da ferrovia (Profa. Dra. Sueli S. S. Batista).
- Culturas populares no espaço urbano (Yvisson Pessoa).
- Patrimônios Imateriais registrados em Jundiaí (William Roberto Soares Paixão)

Das 10 às 10:30 – intervalo

Das 10h30 às 12 horas: (Sala dos Relógios): Mesa redonda: Patrimônio Material Edificado

Das 10h30 às 12 horas (Sala B1): Mesa “Línguas minoritárias italianas em Jundiaí”. Responsáveis: Prof. Dr. Célio Ap. Garcia (NETS - Fatec) e Profa. Dras. Giliola Maggio e Fernanda Ortale (USP)

Manhã e Tarde (Estacionamento) - “Jundiaí Feito à Mão” e “Associação de Mulheres Indígenas de Icatu”.

Das 13h30 às 15 horas: (Sala B1): Mesa redonda Patrimônio histórico e cultural nas suas múltiplas dimensões: Patrimônio Ambiental e Patrimônio Arqueológico

Das 13h30 às 15 horas: (Sala dos Relógios): Patrimônio Ferroviário
Responsável: Ana Paula Farrat

Das 15h30 às 18 horas: (Sala dos relógios e Sala B1) Apresentação de trabalhos

8 às 21horas: (Estacionamento): Festival de Food Trucks e apresentações musicais.

JUNDIAÍ

19/08 | à partir das 08h

Atividades diversas da Jornada do Patrimônio (Sábado)

Endereço: Solar do Barão - Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro

Das 10:00 às 16:00 – Visita Monitorada nos seguintes Patrimônios:
* MHCJ – Solar do Barão

* Pinacoteca Diógenes Duarte Paes
* Teatro Polytheama – Galeria de Artes Fernanda Milani
* Complexo Argos – Estúdios da Fundação Televisão Educativa de Jundiaí
* Complexo FEPASA – Museu Ferroviário

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8 horas: Lançamento Oficial da Rota Turística “Centro Histórico” (Parceria entre Departamento de Fomento ao Turismo e Departamento de Patrimônio Histórico e Cultural) – Centro Jundiaiense de Cultura “Josefina Rodrigues da Silva” (JOROSIL) /Pinacoteca “Diógenes Duarte Paes”

10 horas: Viagem Fantástica ao Polytheama – Teatro Polytheama

8 às 16 horas: (estacionamento do Complexo Fepasa) – Festival de Food Trucks e apresentações musicais.

JUNDIAÍ

20/08 | das 08h às 16h

Atividades diversas da Jornada do Patrimônio (Domingo)

Endereço: Solar do Barão - Rua Barão de Jundiaí, 762 – Centro

Das 10:00 às 16:00 – Visita Monitorada nos seguintes Patrimônios:
* MHCJ – Solar do Barão

* Pinacoteca Diógenes Duarte Paes
* Complexo FEPASA – Museu Ferroviário

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8 às 14 horas: (estacionamento do Complexo Fepasa) – Festival de Food Trucks e apresentações musicais
Das 09 às 13:00 – Exposição do Fusca Clube Jundiaí – Patrimônio Imaterial da cidade de Jundiaí.

MOGI DAS CRUZES

19/08 | das 10h às 14h

Casarão do Carmo – Museu Visconde de Mauá

Endereço: Rua Dr. Correa nº 516
Capacidade: 20 pessoas por turma
Inscrição prévia para visitação guiada:
(11) 4798.6900 com Sandra a partir de 14h

Um dos museus mais completos do Estado de São Paulo. Prédio construído no ano de 1885, para ser residência do Coronel Luiz de Souza Leite, este edifício acolheu mais tarde a Prefeitura, a Câmara Municipal e o Serviço de Águas e Esgotos, sendo que hoje abriga o Museu Bernardino de Campos.

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Fonte: Site Secretaria de Cultura de Mogi das Cruzes

O rico acervo do Museu Bernardino de Campos compreende cerca de 18.000 objetos, constituído de mobiliário do século XIX, vestuário, instrumentos musicais, veículos, porcelanas, coleções de minerais, líticos (pedras com ação humana), insetos, instrumentos e aparelhos de antigas boticas e farmácias e milhares de obras, muitas delas bastante raras e algumas únicas no Brasil. Devido à diversidade do acervo, o Museu Bernardino de Campos é considerado um dos mais completos do Estado de São Paulo, atraindo turistas e pesquisadores do Brasil e exterior.

MOGI DAS CRUZES

19/08 | das 10h às 14h

Pinacoteca de Mogi das Cruzes

Endereço: Rua Cel. Souza Franco 993
Capacidade: 20 pessoas por turma
Inscrição prévia para visitação guiada:
(11) 4798.6900 com Sandra a partir de 14h

Inaugurada em 24 de setembro de 2016, a Pinacoteca é o mais novo espaço cultural do município destinado à produção das artes visuais, de obras assinadas por artistas mogianos e convidados, em salas próprias e adequadas ao segmento.

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Fonte: Site Secretaria de Cultura de Mogi das Cruzes

O prédio onde está instalada, à Rua Cel Souza Franco, foi edificado em 1860 pelo construtor Veríssimo Afonso Fernandes e tem características de estilo neoclássico. Ao lado de uma liteira e de armários do século XIX, podemos ver balanças de precisão e máquinas de escrever, bem como utensílios de cozinha, feitos em ferro, muito utilizados até meados do século XX. Aqui estão duas raras preciosidades: a bandeira da Câmara Municipal, do século XVIII, e a bandeira imperial, deixada por D. Pedro I, em sua passagem por Mogi, logo após a proclamação da Independência do Brasil. O museu tem ainda a Sala Isaac Grinberg, uma homenagem ao grande jornalista e pesquisador da história de Mogi das Cruzes. Visitar o Museu Histórico e Pedagógico Visconde de Mauá é ter contato com a rica história da Cidade.

MOGI DAS CRUZES

19/08 - das 10h às 14h

MUSEU GUIOMAR PINHEIRO FRANCO

Endereço: Rua José Bonifácio, 202 – Centro Histórico
Capacidade: 20 pessoas por turma
Inscrição prévia para visitação guiada:
(11) 4798.6900 com Sandra a partir de 14h

Construído em taipa de pilão, na segunda metade do século XVIII, no Centro Histórico, pertence à tradicional Família Pinheiro Franco há várias gerações. Inicialmente, o edifício abrigava um armazém no pavimento térreo e o andar superior servia à convivência familiar, onde se pode observar como eram os costumes da época: os cômodos da área social são grandes, ao contrário dos cômodos da área íntima (quartos), bem menores. Já no século XX, o pavimento térreo passou a ter também a finalidade de residência.

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Aqui viveram a professora Guiomar Pinheiro Franco Lapin, uma das grandes educadoras de Mogi das Cruzes e responsável pela vinda à cidade da Rede Feminina de Combate ao Câncer, e também seu irmão Fernando, que, aos 20 anos, tombou em combate, como voluntário na Revolução Constitucionalista de 1932. Criado em 2001, o Museu Guiomar Pinheiro Franco é uma parte da História da cidade, ainda presente nos dias de hoje. Foi concebido para abrigar objetos da tradicional família mogiana, dentro do solar remanescente do final do século XVIII. O conjunto de objetos e todo o mobiliário sempre estiveram de posse da família Pinheiro Franco e ilustram ao longo dos anos até os dias atuais a ocupação do casarão.

MOGI DAS CRUZES

19/08 | das 14h às 16h

PALESTRA: O PORTAL PARA O INVISÍVEL: PATRIMÔNIO, PINTURA E ICONOGRAFIA NA ORDEM TERCEIRA DO CARMO DE MOGI DAS CRUZES

Palestrante: José Roberto de Almeida
Local: Ordem Terceira do Carmo
Público alvo: historiadores, arquitetos, estudantes de arquitetura e público interessado em patrimônio
Idade: à partir de 16 anos
Inscrições no site: www.cultura.pmmc.com.br

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Foto - http://www.comphap.pmmc.com.br/pages/roteiro.html

Graduado em engenharia química pela UMC - MC em 1984. Segunda graduação em Design Gráfico pela UNIP - SP em 2006. Pós-graduado em Magistério do Ensino Superior pela PUC-SP em 2012. Pós-graduado em História da Arte pela Faculdade Paulista de Arte em 2016. Cursos livres na área de artes, como Direção de Arte na Belas Artes - SP em 2007 e Cursos diversos no MASP desde 2012. Inclui-se Barroco internacional, brasileiro e da América Latina no Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS) em 2015/2016. Cultura greco-romana no MAS em 2017.

Na espiral da memória

MOGI DAS CRUZES

20/08 | das 10h às 17h

CASARÃO DO CHÁ

Endereço: Estrada do Chá, cx 5 - acesso pela Estrada do Nagao (Fujitaro Nagao), Km 3 - Cocuera
Inscrição prévia para visitação guiada:
(11) 4798.6900 com Sandra a partir de 14h

Exposição “Arte na Arquitetura”
De 13/08 a 03/09/2017

Construído em taipa de pilão, na segunda metade do século XVIII, no Centro Histórico, pertence à tradicional Família Pinheiro Franco há várias gerações. Inicialmente, o edifício abrigava um armazém no pavimento térreo e o andar superior servia à convivência familiar, onde se pode observar como eram os costumes da época: os cômodos da área social são grandes, ao contrário dos cômodos da área íntima (quartos), bem menores. Já no século XX, o pavimento térreo passou a ter também a finalidade de residência.

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Foi construído pelo mestre-carpinteiro japonês Kazuo Hanaoka, no ano de 1942, para ser uma fábrica de chá. A edificação do casarão se fez necessária graças à bem sucedida produção de chá naquela área, que já vinha desde a década de 20.
A área pertencia originalmente à Fukashi Furihata, engenheiro agrônomo enviado a Mogi das Cruzes pela Sociedade Katakura, que adquiriu 150 alqueires de terras no Cocuera entre 1924 e 1925. Até a década de 30 a propriedade no Cocuera era mais conhecida pela produção de frutas e hortaliças. Depois disso, o cultivo e beneficiamento de chá preto e verde tornaram-se as principais atividades da fazenda.
Com a II Guerra Mundial, a exportação do chá proveniente da Índia foi interrompida e isso beneficiou os negócios da fazenda, que já havia ganhado um estabelecimento fabril, denominado Fábrica de Chá Tokio. Com a expansão da produção na fazenda, o estabelecimento fabril ficou pequeno e foi providenciada a construção do Casarão do Chá. A produção, entretanto, não durou muito. Após a II Guerra e a recuperação dos tradicionais fornecedores, a manutenção da fazenda ficou inviável. No final dos anos 40 ela passou a ser arrendada, depois foi subdividida em unidades menores e, na década seguinte, foi vendida. A família Namie foi arrendatária da área a partir de 1947 e depois assumiu a propriedade da mesma. A produção do chá a princípio foi mantida, porém a atividade foi oficialmente abandonada em 1968.
Após o abandono dessa cultura, o Casarão do Chá passou a servir como depósito de produtos agrícolas, veículos e equipamentos da propriedade, utilização inadequada que provocou a rápida deterioração do edifício.

O projeto do Casarão, elaborado por Kazuo Hanaoka, seguia um programa de uso estabelecido por Furihata, em benefício à produção do chá, mas uniu aspectos de ordem funcional ao sistema construtivo tradicional da arquitetura japonesa. Hanaoka projetou e ele mesmo construiu o Casarão. O edifício estava pronto em setembro de 1942.
Não foram usados pregos ou parafusos na construção, só encaixes de madeira (tradicional técnica japonesa usada por causa dos constantes terremotos).
Toda a madeira da obra é de eucalipto tratado, inclusive as utilizadas nas estruturas das paredes em pau-a-pique. O madeiramento aparente deixa visível o formato original dos caules com partes das suas ramificações.

Em 1982, o Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) atendeu a um pedido protocolado pela Prefeitura de Mogi das Cruzes e oficializou o tombamento do Casarão do Chá. Em 1986 o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) fez o mesmo.
Não existe nenhuma outra construção como o Casarão do Chá no Brasil. É o único exemplar da arquitetura japonesa no País tombado pelo patrimônio histórico, além de ser um raro exemplar da fase final da imigração japonesa no Brasil. Em fevereiro de 1987 a Prefeitura fez a desapropriação do Casarão do Chá.

Com a ação do tempo, entretanto, o imóvel passou a apresentar sérios problemas estruturais. Recuperá-lo era uma difícil tarefa, já que sua técnica construtiva não tinha equivalentes na América Latina.
Foram convocados técnicos do Instituto de Pesquisas tecnológicas da USP (IPT). Uma junta de especialistas debruçou-se sobre o delicado enigma arquitetônico de Mogi das Cruzes. Até um especialista da Unesco, Kunikazu Ueno, ficou no Brasil 50 dias estudando a questão do restauro – chegou a propor a desmontagem total do edifício.
Em novembro de 1997 a Prefeitura fez a Concessão de Direito Real de Uso por período de 20 anos à Associação Casarão do Chá, conduzida pelo ceramista Akinori Nakatani, que assumiu a causa do restauro do Casarão. A entidade elaborou o projeto de restauro e passou a buscar recursos para executá-lo.

MOGI DAS CRUZES

21, 22, 30 e 31/08às 10h e 14hs

Bate papo sobre a “Evolução da História de Mogi das Cruzes”

Público alvo: Alunos do ensino fundamental
Local: Museu Expedicionários Mogianos - Rua Coronel Souza Franco 735
Capacidade: 30 alunos por turma
Inscrições: devem ser feitas na Secretaria de Cultura, a partir de 31/7 com Sandra, no horário das 14h às 18h pelo telefone 4798-6900.

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Responsável: Professora Ana Sandim - Presidente do COMPHAP (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural, Artístico e Paisagístico de Mogi das Cruzes) , bem como professora de Arquitetura nas Universidades de Mogi das Cruzes e Braz Cubas.


SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

Museu Anhanguera e Casarão Monsenhor Paulo Florêncio da Silveira Camargo

Endereço: Largo da Matriz, nº 9,19/25 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 09h e às 14h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamentos culturais. Imóveis tombados pelo Iphan e Condephaat, construídos respectivamente nos séculos XVII e XVIII, abrigam exposição sobre história, arquitetura, arte e patrimônio cultural.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

CEMIC – Centro de Memória e Integração Cultural Bertha Moraes Nérici

Endereço: Largo da Matriz, nº 49 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 09h e às 14h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. O prédio, construído em taipa de pilão entre os anos de 1890 e 1910, abriga o Centro de Memória e Integração Cultural Bertha Moraes Nérici, órgão da Secretaria de Cultura e Turismo que reúne, organiza, preserva e divulga acervos documentais sobre a história de Santana de Parnaíba.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

Sede da Secretaria de Cultura e Turismo

Endereço: Largo da Matriz, nº 63 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 09:30h e às 14:30h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. Construído no início do século XX em alvenaria de tijolos e arquitetura neoclássica, o prédio abrigou por quase 100 anos a Câmara Municipal de Santana de Parnaíba. Em 2009, com a mudança da Câmara Municipal para novo endereço, a Secretaria de Cultura e Turismo passou a ocupar o edifício.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

CAA – Centro de Apoio ao Artesão

Endereço: Largo da Matriz, nº 86 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h e às 15h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. O imóvel abriga cursos e oficinas de arte e artesanato dirigidos ao público em geral.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

Cine-Teatro Cel. Raymundo

Endereço: Rua Suzana Dias, nº 300 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10:30 e às 15:30h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. Edifício construído no início do século XX passou por diferentes usos ao longo de sua trajetória até o seu restauro em 2008. Atualmente, é palco de várias atividades culturais.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

Galeria do Artista

Endereço: Rua Suzana Dias, nº 338 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 11h e às 16h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. Construído entre os anos de 1850 e 1880, o prédio abriga espaço expositivo para artistas da cidade e região.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8h às 17h

Casa do Patrimônio Frei Agostinho de Jesus

Endereço: Largo São Bento, nº 80 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 11:30 e às 16:30h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. O imóvel construído no século XVIII é provavelmente parte do conjunto de casas de aluguel pertencentes ao Mosteiro Beneditino de Nossa Senhora do Desterro, estabelecido em Santana de Parnaíba no século XVII. O imóvel abriga a Casa do Patrimônio Frei Agostinho de Jesus, que oferece orientação aos moradores do Centro Histórico e desenvolve ações de preservação e disseminação do patrimônio cultural parnaibano.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 9h às 17h

Sabor e Arte (incubadora de arte e artesanato)

Endereço: Rua André Fernandes, nº 51 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 12h e às 17:00h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Equipamento cultural, tombado pelo Condephaat. Construído na segunda metade do século XX, o espaço reúne artesãos e artistas e oferece cursos de formação em arte e artesanato, disponibilizando para venda o resultado do trabalho dos participantes.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 das 10h às 20h (sábado)
das 10h às 18h (domingo)

Instituto Usufrutoverdeus

Endereço: Rua Bartolomeu Bueno, nº 78 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h e às 14h |tel.: (11) 4154 6251 (20 pessoas)

Instituto cultural, tombado pelo Condephaat. Construído na primeira metade do século XX, o espaço abriga valioso acervo bibliográfico, oferece oficinas e apresentações musicais.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08 | das 8:30 às 19h

Engenho do Osíris

Endereço: Estrada Lula Chaves, 200 - Sítio Tanquinho - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): Não é necessário

Engenho de cachaça artesanal, com mais de cem anos de funcionamento.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08

Guarda Municipal Comunitária

Endereço: Largo da Matriz , nº 77 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h e às 14h | tel.: (11) 4154 6251
Capacidade: 20 pessoas

Sede da Guarda Municipal Comunitária, tombado pelo Condephaat. Construído em 1892 para abrigar a delegacia de polícia da Vila de Parnaíba.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08

Pousada 1896

Endereço: Rua Santa Cruz, 26 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): (11) 4154 6251
Capacidade: 30 pessoas

Imóvel construído no final do século XIX, tombado pelo Condephaat. Abriga a Pousada 1896.

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08

Rua Suzana Dias, 243

Endereço: Rua Suzana Dias, 243
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h | (11) 4154 6251
Capacidade: 5 pessoas

Residência anterior a 1750, tombada pelo Condephaat. Possui paredes de taipa de pilão e sótão.

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SANTANA DO PARNAIBA

19 e 20/08

Memória em trânsito - Roteiro pelos imóveis do Centro Histórico

Endereço: Saída do Largo da Matriz (em frente a Igreja Matriz) - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h | (11) 4154 6251
Capacidade: 20 pessoas

Visita as fachadas dos principais casario e pontos históricos da cidade

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08

Capela de Nossa Senhora da Conceição do Voturuna*

Endereço: Estrada Ecoturísitca do Suru, s/nº - Capela Velha - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h | (11) 4154 6251
Capacidade: 20 pessoas

Propriedade particular, tombada pelo Iphan em 1941 e pelo Condephaat em 1980. Capela construída pelo Capitão Guilherme Pompeu de Almeida no século XVII. Abriga um preciso altar colonial, estudado por Lúcio Costa e Sérgio Buarque de Holanda, entre outros.

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08

Alambique e roteiro Sítio Tanquinho*

Endereço: Estrada Lula Chaves, 200/ Sítio Tanquinho - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h | (11) 4154 6251
Capacidade: 40 pessoas

Engenho de cachaça artesanal, com mais de cem anos de funcionamento.

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08 | 19h

Grito da Noite

Endereço: Praça 14 de Novembro - Centro Histórico - Santana de Parnaíba

Manifestação cultural originária de negros escravizados vindos da África. Ligada a uma boa colheita, quando o proprietário da fazenda permitia aos seus escravizados fazer o samba com o bumbo por eles confeccionados. Essa manifestação permanece até hoje como patrimônio cultural da cidade com outros elementos agregados. O samba percorre as principais ruas do Centro Histórico e é o ponto alto do Carnaval parnaibano.

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SANTANA DO PARNAIBA

20/08

Capelas do Cururuquara em louvor a São Benedito e Nossa Senhora do Carmo com Samba de Bumbo*

Endereço: Largo das Palmeiras, s/nº - Cururuquara - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 14h | (11) 4154 6251
Capacidade: 40 pessoas

Imóvel da Igreja Católica. Capelas construídas na área onde os negros comemoraram a abolição da escravatura em 1888. É o espaço onde se realiza a Festa do Cururuquara com procissão, missa e samba de bumbo.

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08

Oficina de pintura a cal na Casa do Patrimônio

Endereço: Casa do Patrimônio Frei Agostinho de Jesus | Largo São Bento, nº 80 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 10h e às 14h | (11) 4154 6251
Capacidade: 10 pessoas

Será ministrada pelo engenheiro José Antonio Friguetto e pelo mestre Tiago Prado. Ambos possuem experiência em restauração e conservação de edificações vernaculares.

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SANTANA DO PARNAIBA

19/08

Oficina de vitral

Endereço: Incubadora de arte e artesanato Sabor e Arte | Rua André Fernandes, 51 - Centro Histórico - Santana de Parnaíba
Visita guiada com agendamento (duração de 30 minutos): 14h | (11) 4154 6251
Capacidade: 30 pessoas

Será ministrada pelo Estúdio Sarasá, responsável pelo restauro da Igreja Matriz de Sant'Ana.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

14 a 20/08 | das 10h às 14h

CITY TOUR COM OS ALUNOS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO

A cidade tem o maior número de casas térreas e sobrados tombados pelo CONDEPHAAT no Estado de São Paulo e recentemente pelo IPHAN. São aproximadamente 450 imóveis declarados de interesse paisagístico. Os exemplares mais significativos são os sobrados que formam o núcleo histórico da praça principal, as igrejas das Mercês (1.814) e Matriz (1.840), Mercado Municipal (1.885), prédios com vergas em estilo mourisco e a casa onde nasceu o cientista Dr. Oswaldo Cruz, construída em 1.835.

Na zona rural ainda restam algumas imponentes sedes de fazendas, construídas no chamado “estilo cafeeiro paulista”. São Luiz do Paraitinga é a cidade paulista que melhor conservou o seu patrimônio arquitetônico, suas tradições e festas populares.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

PRÉDIO PREFEITURA MUNICIPAL

Local: Praça Dr. Oswaldo Cruz nº 03 – Centro

O prédio que abriga atualmente a Prefeitura Municipal possui estilo arquitetônico neoclássico e foi construído em meados do século XIX. Em 1883 abrigou o Instituto Literário Luizense, fundado pelo Barão do Paraitinga e possuía como patrono Dom Pedro II.

Na zona rural ainda restam algumas imponentes sedes de fazendas, construídas no chamado “estilo cafeeiro paulista”. São Luiz do Paraitinga é a cidade paulista que melhor conservou o seu patrimônio arquitetônico, suas tradições e festas populares.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

IGREJA MATRIZ DE SÃO LUÍS DE TOLOSA

Local: Praça Dr. Oswaldo Cruz – Centro

Dedicada a São Luiz de Tolosa, construída no século XIX, demonstra uma grande importância na vida religiosa da cidade. Ficou marcada na enchente de janeiro de 2010 que assolou o município, quando desabou em sua totalidade, imagem que rodou o Brasil e o mundo. O trabalho de restauração da igreja de São Luiz de Tolosa reuniu pesquisadores, estudiosos, historiadores, artesãos e pintores.

Em sua primeira etapa, foi realizado o processo de salvamento, que incluiu a limpeza do terreno, além do escoramento de paredes e o resgate minucioso de peças para sua posterior restauração. Num segundo momento, foi realizado a obra de reconstrução da igreja propriamente dita, com recursos advindos do governo estadual, por meio de parceria entre a Secretaria da Cultura e a Mitra Diocesana de Taubaté. Importante lembrar que a igreja manteve suas características originais, anseio da população local e que ficou explicitada nas audiências públicas realizadas a época.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

Local: Largo do Rosário – Centro

Antiga Matriz da cidade foi construída por Antônio Domingues de Castro e fica situada exatamente no local onde foi construído o primeiro templo da cidade, em 1707, e posteriormente uma igreja em taipa e pilão, em 1767. O templo foi demolido em 1912 e a atual igreja inaugurada em 1921 tendo como idealizador o Padre italiano Ignácio Gióia, mas sempre em louvor a Nossa Senhora do Rosário. O construtor foi o engenheiro da cidade Mestre Pedro Pereira Rio Branco.

A construção foi feita em estilo gótico e foi inaugurada em 29/05/1921. Passou por uma reforma recente, onde foi realizado o restauro do piso tabuado de madeira maciça, as esquadrias de madeira maciça, as pinturas decorativas dos murais, os vitrais e o piso em ladrilho hidráulico, além da pintura interna e externa. No fundo da igreja estão os túmulos de figuras importantes da cidade, como o Barão do Paraitinga.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

CASA DR. OSWALDO CRUZ

Local: Rua Dr. Oswaldo Cruz – Alto do Cruzeiro

Construída em 1.834, em taipa de pilão com paredes internas de pau-a-pique, foi nesta casa que nasceu Oswaldo Cruz em 5 de agosto de 1872. Cientista, médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista, foi pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil.

Atualmente a Casa Oswaldo Cruz abriga o Memorial da Reconstrução.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

CAPELA NOSSA SENHORA DAS MERCÊS

Local: Rua Coronel Domingues de Castro - Centro

Construída em taipa no fim do século XVII (1814) é a mais antiga igreja de São Luiz do Paraitinga, conserva ainda algumas das características da época. A capela também foi destruída quase em sua totalidade pela enchente de janeiro de 2010, e seu processo de reconstrução respeitou as feições originais da antiga capela, incorporando todos os remanescentes retirados dos escombros.

A imagem de N. S. das Mercês, que dá nome à capela, foi resgatada dos escombros por voluntários luizenses, fragmentada em 94 pedaços foi totalmente restaurada.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

MERCADO MUNICIPAL

Local: Rua Coronel Manoel Bento – Centro

Construído no final do século XIX, possui forma de um quadrilátero todo em arcadas, tendo a parte central descoberta, sendo contornado por um corredor. O prédio reúne espaços dedicados ao artesanato (atividade a que muitos habitantes se dedicam) e pequenos bares e botequins, onde se pode fazer, inclusive, encontrar o tradicional “afogado” e o “pastel de farinha”, pratos típicos da culinária local.

O espaço também é utilizado para abrigar algumas manifestações culturais, tais como: a Festa do Divino, Carnaval e o Arraiá do Chi Pul Pul.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19 e 20/08 | das 09h às 18h

CENTRO TURISTICO E CULTURAL “NELSINHO RODRIGUES”

Local: Rua Coronel Domingues de Castro nº 33 – Centro

Sobrado, numero 33 da Rua Coronel Domingues de Castro foi construído em meados do século XIX, no período do apogeu da cafeicultura no Vale do Paraíba. Seu proprietário era Cel. Bento Domingues de Castro, irmão do Barão do Paraitinga. Entre o final do século XIX e inicio do século XX, sua fachada foi modificada do estilo colonial para o neoclássico, característica que mantém atualmente.

O prédio já foi utilizado para diversas finalidades, como moradia de famílias, loja de moveis, além do andar superior ter sido adaptado para instalações de um clube recreativo e mais tarde ocupado pela Câmara Municipal e pela delegacia de Policia. Posteriormente diversas repartições da Prefeitura também ocuparam o piso térreo.

Nos últimos tempos, após a privatização dos serviços de comunicações telefônicas no Brasil, o prédio passou a pertencer a empresa Telefônica. Sendo avariado pela enchente de 2010, foi doado ao município, que buscou recursos junto ao DADE (Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estancias) e realizou sua restauração, preservando as características históricas do imóvel , inclusive das pinturas artísticas nos afrescos que decoram as paredes internas.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19/08 | 10h

Palestra "A Reconstrução Participativa do Patrimônio Histórico de São Luiz do Paraitinga após a catástrofe de 2010"

Palestrantes: Cristiane Bittencourt e Natalia Moradei Local: Centro Turístico e Cultural Nelsinho Rodrigues

A palestra abordará a destruição do patrimônio histórico de São Luiz do Paraitinga decorrente da inundação de 2010 e a recuperação do município, a partir da importância e representatividade desse patrimônio, apontando como os desafios podem se transformar em oportunidades aliando a efetiva participação da comunidade e dos atores envolvidos na questão da preservação.

*Cristiane Ap. de Paiva Bittencourt - Advogada, Mestre em Direito Urbanístico (PUC-SP). Assessora de Planejamento no período da Reconstrução.

*Natalia dos Santos Moradei - Arquiteta e Urbanista, Mestre em Paisagem e Ambiente (FAU-USP). Arquiteta e Diretora de Obras no período da Reconstrução.

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SÃO LUIZ DO PARAITINGA

19/08 | 14h

Café com Prosa “Saberes da paisagem: Nosso patrimônio comum”

Mediadores: André Bazzanella (IPHAN-SP), Juliana Farinaci (CCST-INPE/CGCommons-UNICAMP) e Rosa Zamora (CCST-INPE) Local: Casa Oswaldo Cruz

Um diálogo em torno das relações entre o saber local, o conhecimento e a paisagem cultural e natural da cidade de São Luiz do Paraitinga e região, com a presença de mestres da cultura popular, pesquisadores, estudantes e interessados nas múltiplas interfaces entre patrimônio, natureza e cultura.

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